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Jair Lorenzetti Filho

Administrador de Empresas brasileiro multipremiado, nascido na cidade de São Paulo. De uma tradicional família brasileira do segmento industrial, é filho do empresário Jair Lorenzetti (já falecido), um pioneiro empresário da indústria eletroeletrônica nacional da linha marrom, com diversas condecorações e reconhecimentos (Medalha de Anchieta, Salva de Prata, entre outros). Pelo lado materno, Jair é descendente do imigrante alemão Pedro Döll, engenheiro descendente de alemães que vieram junto com a corte da Imperatriz Leopoldina para projetar as principais obras do império na cidade de São Paulo, chegando a ser vereador no então município de Santo Amaro. É descendente dos pintores italianos da escola de Siena: Pietro e Ambrogio Lorenzetti. Desde o período acadêmico, Jair seguiu sua carreira fora da empresa da família, optando pela nascente indústria da informática (Tecnologia de Informação), atuando como engenheiro de sistemas e, depois, como PMO em empresas brasileiras, norte-americanas e europeias. Além de Bacharel em Administração de Empresas, se tornou Mestre em Administração de Empresas e cursou dezenas de academias funcionais e cursos técnicos em empresas de Tecnologia de Informação, possuindo diversas certificações nos EUA, Brasil e Alemanha. Sem novos desafios em continuar a realizar projetos como fornecedor, ainda nos anos noventa, Jair optou por passar da posição de fornecedor de Tecnologia de Informação para a posição do cliente, iniciando uma carreira como CIO. Foi responsável por dezenas de projetos de Tecnologia de Informação pioneiros no Brasil, bem como novas práticas no campo da gestão empresarial. Neste período, foi destaque constante na mídia corporativa de tecnologia e negócios, tendo recebido diversas premiações e sendo palestrante nos principais eventos de Tecnologia de Informação do Brasil na época. Foi também destaque da revista do Conselho Regional de Administração na edição comemorativa de 45 anos dele. Palestrou em diversos eventos locais e virtuais de gestão empresarial. Já nos anos 2000, Jair foi o primeiro CIO brasileiro, em uma empresa de capital aberto, a ser promovido para a posição de CEO, tendo sido, inclusive, destaque em diversas matérias na mídia corporativa. No início da década de 2010, deixou a carreira de CEO profissional para se dedicar a negócios pessoais. Desde então, foi Master Franchising, mas continuou sempre como Council Member, atendendo também hedge funds, fundos de private equity, bancos de investimento, empresas de consultoria empresarial, corporações e organizações sem fins lucrativos, através do GLG internacional, do CRG e CRA. Em 2019, criou o projeto Lorenzetti.info (www.blogdolorenzetti.com), no qual passou a fazer uma série de análises públicas pioneiras, abordando negócios x política x tecnologia, tais como Política Quântica, Democracia Ciborgue, Pós-Verdade, Fake News, Manipulação Digital, Modulação Virtual por Inteligências Artificiais, entre vários outros temas. O projeto também aborda a questão social e ambiental, como Agenda ESG, Liberalismo Verde, Economia Circular, Sustentabilidade, entre outros. Jair Lorenzetti Filho participa de programas virtuais webinars e podcasts, abordando a tríade negócios x política x tecnologia, uma visão em 3D. É fonte velada e plagiada de informação e inspiração para diversos jornalistas e influenciadores digitais. Atua pontualmente em movimentos políticos e sociais verdes. É membro do Partido Verde Brasileiro e bugio do Greenpeace Brasil. Em 2021, estreou também como escritor, publicando livros sobre diversos temas. Ativista contra os MAV (Milicianos Anônimos Virtuais) protofascistas, acionou alguns deles na justiça por injúrias, calúnias e difamações por fake news, todos com vitória e indenização por danos morais. Rastreou a identidade real de vários trolls e sockpuppets (gamers do Twitch) protofascistas brasileiros, sendo vítima de uma denúncia fraudulenta por parte de uma miliciana virtual, aceita irregularmente pela mesma Delegacia de Crimes Digitais e pelo mesmo delegado que tentou incriminar o comediante Felipe Neto, na Lei de Segurança Nacional, a pedido de Carlos Bolsonaro. Atualmente, está registrando na Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCIBER) do Estado de São Paulo centenas de páginas impressas de registros de perfis anônimos, não anônimos e até de uma empresa bolsonarista, no Twitter e em blogs protofascistas, que praticaram crimes virtuais contra ele. Também moveu processos administrativos, com sucesso, contra o Google e o Twitter, em entidade de defesa do consumidor.

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